Minha sede de sangue
Ainda confuso, demorei horas para me soltar da cruz, e senti uma fome desesperadora. Com agonia ouvi a voz de meu curador e amigo Padre Bartolomeu, que me procurava. Movi mais rápido que uma flecha para cima de seu pescoço gordo, abrindo as gorduras com presas que não sabia que possuía, demonstrando uma sede de sangue. Fugi da fazenda, limpando a boca com as roupas já escarlate, e chorando lágrimas de sangue.