Pai, Filho e o Espírito Santo
Alguns dias antes de deixar o leprosário, recebo uma visita surpresa de meu pai, Michel DeChamp. Ele já me procurava a meses, e ao ver a minha situação e recusa de retornar a fazenda, me bate no rosto. Num acesso de fúria, arranco seu braço e rasgo seu pescoço. Os leprosos fogem da cena, e o arrependimento por confrontar a besta interior é imediato. Tento curar meu pai com as chagas, mas não funciona. Depois de alguns minutos, ele acorda, mas não é mais Mortal. Confuso, se levanta e foge pelas ruas de Avranches com uma velocidade sobrenatural.
Tenho certeza que verei meu pai novamente. Fico Envergonhado pelo que fiz, peço perdão ao Espírito Santo, e decido abandonar a cidade.
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